Archive for the 'Atividades p\ semana' Category

Plano de trabalho Hora da chamada

Objetivos
Realizar a leitura do próprio nome e do de alguns colegas.
Reconhecer as letras.
Escrever o próprio nome.

Ano
Pré-escola.

Tempo estimado
Até que todos aprendam a escrever seu nome e reconhecer o dos colegas.

Material necessário
Caixa de sapato, cartaz de pregas, fichas com o nome das crianças, alfabeto (com letras maiúsculas e de fôrma) e letras móveis.

Desenvolvimento

1ª ETAPA

Coloque as fichas com os nomes na caixa. Organize os pequenos em roda e explique que são os nomes deles que estão nas fichas. Lance o desafio: “Vamos descobrir quem veio e quem não veio?” Pegue uma ficha e incentive-os a ler. Quando o nome for identificado, a criança prega a plaquinha no cartaz.

2ª ETAPA

Incentive as crianças a arriscar a primeira letra. Avance para as outras usando como referência o nome de outros colegas. Por exemplo, se na ficha estiver grafado “Amanda”, conduza a discussão indicando que a palavra começa com o mesmo A de “Ana” e de “Amélia”.

3ª ETAPA

Utilize estratégias para diversificar a atividade. Para alguns nomes terminados em A e O, revele a última letra e pergunte: “É de menino ou de menina?” Para nomes parecidos – Rodrigo e Rogério, por exemplo -, revele as duas primeiras letras e vá explorando as diferenças no resto da palavra. Em outros, como Maria e Mariana, é possível ainda comparar os diferentes tamanhos dos dois.

4ª ETAPA

Após a leitura, distribua a cada um a ficha com seu nome. Peça que todos reproduzam o que está escrito com o alfabeto móvel. O processo deve ser auxiliado com questionamentos: “Tem certeza de que é essa letra?” ou “A letra está do ‘lado’ correto?” Observe as crianças que não precisam mais do modelo na hora de escrever.

5ª ETAPA

Proponha que as crianças escrevam o próprio nome em seus desenhos e outras atividades. Sempre que houver confusões entre letras parecidas (o S e o Z, por exemplo), oriente os pequenos a consultar o alfabeto fixo acima do quadro para tirar dúvidas.

Avaliação
Durante toda a atividade, observe as muitas tentativas de escrita. Contemple a diversidade da classe. Para estimular quem já aprendeu a escrever o nome, proponha que passe para o nome de um colega – com ou sem o au        fonte:(nova escola on-line)

carimbinhos c\ barrinha de cola

porta trecos e mobile c\ materiais reciclados

Livrinho de Conhecimento em EVA

Guloso e Livrinho de Conhecimento

Material

3 pacotes de EVA A4

1 Kit letras

Aplicações diversas

Lápis de cor aquarelável

Caneta de tinta permanente cor preta ponta fina

Cola instantânea

Algodão para umedecer o lápis de cor

Tesoura

Verniz em spray

Lápis comum

Passo a passo

Transfira o molde para o EVA A4.

Você deve desenhar duas vezes, sendo que em uma delas você irá fazer o desenho da boca e na outra não.

No desenho da boca você deverá fazer um corte, seguido o contorno da mesma.

Recortar com a tesoura todas as peças.

Fazer a colagem das duas peças, colocando os braços de cada lado.

Utilize a caneta de tinta permanente preta para fazer o contorno do Guloso.

Feito o contorno, segue-se para a pintura com o lápis de cor aquarelável, umedecendo a ponta do lápis no algodão (o algodão deve ser umedecido com água) .

Depois de pronta a pintura, passar o verniz em spray para fixar a pintura.

Ateliê na Tv

quadro de isopor

RTISTA
Adriana Yuri Sato

MATERIAL
1. Uma bandeja de isopor
2. Canetinhas coloridas
3. Um palito com ponta
4. Um pedaço de elástico bem fininho
5. Cola colorida

COMO FAZER
1. Faça um desenho, furando a bandeja com o palito.
2. Pinte os furos do desenho com canetinha colorida.
3. Com a cola colorida, faça a moldura do quadro.
4. Faça um furo de cada lado da bandeja para passar o elástico. Passe uma ponta do elástico em cada furo, dando um nó para não sair.
5. Agora é só pendurar o quadro pelo elástic
o.

galinha de luva

ARTISTA
Roni Hirsch

MATERIAL
1. Um pincel
2. Tintas (vermelha, amarela e branca)
3. Um elástico
4. Uma luva de látex
5. Caneta preta
6. Um pedaço de pano

MODO DE FAZER
1.
Encha a luva de ar, enrole a ponta e amarre com um elático.
2. Pinte a luva com a tinta branca. No polegar use a cor amarela e, nos outros dedos, a cor vermelha. Depois de colorida, a luva já se parece com uma galinha.
3. Para terminar desenhe os olhos, o traço do bico e o pescoço com a caneta preta. Pronto, você transformou uma luva de látex em uma g
alinha !

Mosaico de plásticos ou tampinhas

Mosaico de plásticos ou tampinhas

Os plásticos de diferentes cores e tamanhos são recortados, separando-se os pedaços (por cor e tamanho). Uma caixa de papelão bem grosso serve como base do mosaico. Nela são desenhados formas geométricas, objetos, flores etc. O mosaico é montado ao se colar os pedaços plásticos ou tampinhas, tendo como delimitador o desenho.

trabalhando os sentidos

HISTÓRIA DAS VOGAIS

Como saber se seu aluno entendeu o que leu

Você sabe o quanto ler bem pode facilitar o desempenho escolar e a vida dos estudantes. Mas já se perguntou se cada uma das crianças e adolescentes de sua turma está realmente desenvolvendo a capacidade de ler, compreender e interpretar os textos? Há meios eficientes de verificar se as metodologias de ensino adotadas em sala de aula estão dando certo. “Meus alunos de alfabetização aprenderam a ler, conseguem selecionar textos e, com base neles, produzir seus próprios escritos”, afirma a professora Ângela Vidal Gonçalves, do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Os progressos alcançados pela turma dela durante este ano letivo são efeito de um trabalho criterioso e de avaliação constante.

Em qualquer série do Ensino Fundamental, a busca de resultados concretos pode levar à tentação de treinar com os estudantes, separadamente, habilidades como reproduzir informações ou estabelecer relações de causa e conseqüência entre as partes de um texto. Essa não é a estratégia mais adequada para a consultora em Língua Portuguesa Maria José Nóbrega, de São Paulo. “Não há por que treinar uma a uma as habilidades se a leitura é, por natureza, uma prática articulada”, afirma. Existem outros caminhos para capacitar e avaliar a turma.

Leitura em três níveis

Antes de ler o texto, diz a consultora, um primeiro passo é verificar o que os estudantes sabem ou têm curiosidade de conhecer sobre o assunto. Depois, examinar com eles o texto no conjunto e dar informações adicionais.

A leitura é mais do que “ler nas linhas” identificar as informações apresentadas e reproduzi-las. Isso a maioria dos estudantes faz. Para que dêem um passo à frente, as novas informações precisam ser integradas ao que já sabem.

Convém sempre ir chamando a atenção para a idéia principal do texto e seus desdobramentos. Isso encoraja todos a “ler nas entrelinhas”, ou seja, deduzir o sentido de expressões desconhecidas e ligar as várias partes do texto.

A compreensão deve ser o foco principal do professor. Se o texto for informativo, você pode levar os alunos a relacionar o novo assunto com os conhecimentos que já têm ou perguntar como a nova informação pode ser aplicada em outros contextos. A elaboração de esquemas e o fichamento ajudam a visualizar as relações entre as informações. No caso de um texto literário, é importante mostrar aos alunos os recursos expressivos empregados pelo autor.

Leitores críticos precisam também ler “por trás das linhas” avaliar o que foi lido por meio de comentários orais ou escritos. Você deve incentivar o grupo a verificar se as informações são confiáveis, consultar outras fontes, identificar a posição do autor e dar sua opinião sobre as idéias que ele transmite.

Formas de avaliação

Ao longo de todo esse processo, você consegue detectar os sinais dados pela classe e avaliar os resultados da leitura. Maria José recomenda escapar da armadilha das avaliações com questionários que pedem para o leitor “devolver” o que foi lido. “Isso leva a garotada a fazer a cópia do texto”, afirma. Melhor é solicitar ao aluno que exponha o tema por escrito com suas próprias palavras.

Você também pode verificar se houve desvio na compreensão do sentido original ao pedir para a criança expor oralmente o que leu. Se a tarefa solicitada à turma for a produção do esquema de um texto informativo, é possível verificar, com base na hierarquização das informações, se o leitor compreendeu a estrutura da obra e se empregou corretamente os conceitos. Uma terceira opção é, com base em um esquema montado pelos alunos, pedir que eles desenvolvam um texto e assim verificar se a interpretação está correta.

No momento da avaliação, é importante que você perceba se o estudante:

omitiu uma informação importante;

substituiu um termo por outro, modificando o significado do texto;

fez acréscimos incabíveis; e

alterou a ordem das informações prejudicando a compreensão.

Ler bem para escrever bem

No Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, a professora Ângela foi construindo meios de avaliar seus pequenos leitores da classe de alfabetização. Na sala de aula, há um acervo de livros que a turma leva para casa nos fins de semana. Na volta, em uma roda de leitura, todos compartilham as histórias, comentam sobre as ilustrações e avaliam o que cada colega contou. “Assim, verifico se eles compreenderam o que foi lido”, diz.

Outra rotina de Ângela é ler histórias de gêneros variados para as crianças e pedir que leiam para os colegas. Antes da apresentação, o aluno leva o livro para casa para treinar a leitura. Em sistema de rodízio, todos também lêem em classe os enunciados de exercícios das diversas disciplinas. Durante as leituras, qualquer dificuldade com o texto pode ser detectada de imediato.

As atividades de redação também são constantes. Foi a turma, por exemplo, que produziu os convites para a inauguração do clube de leitura. Para dar conta da tarefa, todos analisaram convites que trouxeram de casa e discutiram a linguagem e o objetivo de cada um até conseguir redigir o próprio convite. Durante o trabalho, Ângela observava e questionava as crianças para se certificar de que estavam compreendendo o que liam e depois redigiam.
Antes de a turma realizar uma pesquisa, Ângela faz um levantamento sobre o que todos querem saber e onde as informações devem ser procuradas. A garotada assinala as respostas no material pesquisado e depois faz uma síntese escrita do tema. Seja qual for o objetivo da leitura, no final há sempre uma conversa em grupo. “Assim, os resultados das estratégias de ensino podem ser testados na hora.” Quando detecta dificuldades nos alunos, Ângela tenta verificar se sua proposta foi adequada ou se é o caso de repensá-la.

(revista nova escola)



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