Arquivo de 2 julho, 2008

PORTA TRECO..(2)





ATIVIDADE PARA TRABALHAR MEIOS COMUNICAÇÃO

KAAOOAS

(FONTE:cantinholudicodagre.blogspot.com)

FANTOCHES DEDO

`´E MUITO FACIL E BARATO

.LUVA DE BORRACHA

.ADEREÇOS

Móbiles Juninos


O Sapo e a Cobra



Era uma vez um sapinho que encontrou um bicho comprido, fino, brilhante e colorido deitado no caminho.
-Olá! O que você está fazendo estirada na estrada?
– Estou me esquentando aqui no sol. Sou uma cobrinha, e você?
– Um sapo. Vamos brincar?
E eles brincaram a manhã toda no mato.
– Vou ensinar você a pular.
E eles pularam a tarde toda pela estrada.
– Vou ensinar você a subir na árvore se enroscando e deslizando pelo tronco.
E eles subiram.
Ficaram com fome e foram embora, cada um para sua casa, prometendo se encontrar no dia seguinte.
– Obrigada por me ensinar a pular.
– Obrigado por me ensinar a subir na árvore.
Em casa, o sapinho mostrou à mãe que sabia rastejar.
– Quem ensinou isso a você?
– A cobra, minha amiga.
– Você não sabe que a família Cobra não é gente boa? Eles têm veneno. Você está proibido de brincar com cobras. E também de rastejar por aí. Não fica bem.
Em casa, a cobrinha mostrou à mãe que sabia pular.
– Quem ensinou isso a você?
– O sapo, meu amigo.
– Que besteira! Você não sabe que a gente nunca se deu com a família Sapo? Da próima vez, agarre o sapo e… bom apetite! E pare de pular. Nós cobras não fazemos isso.
No dia seguinte, cada um ficou em seu canto.
– Acho que não posso restejar com você hoje.
A cobrinha olhou, lembrou do conselho da mãe e pensou: ” Se ele chegar perto, eu pulo e o devoro”.
Mas lembrou-se da alegria da véspera e dos pulos que aprendeu com o sapinho. Suspirou e deslizou para o mato.
Daquele dia em diante, o sapinho e a cobrinha não brincaram mais juntos. Mas ficavam sempre ao sol, pensando no único dia em que foram amigos.

CONTOS QUE EU RECOMENDO

A GALINHA RUIVA

Um dia uma galinha ruiva encontrou um grão de trigo.
– Quem me ajuda a plantar este trigo? – perguntou aos seus amigos.
– Eu não – disse o cão.
– Eu não – disse o gato.
– Eu não – disse o porquinho.
– Eu não – disse o peru.
– Então eu planto sozinha – disse a galinha. – Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez. Logo o trigo começou a brotar e as folhinhas, bem verdinhas, a despontar. O sol brilhou, a chuva caiu e o trigo cresceu e cresceu, até ficar bem alto e maduro.
– Quem me ajuda a colher o trigo? – perguntou a galinha aos seus amigos.
– Eu não – disse o cão.
– Eu não – disse o gato.
– Eu não – disse o porquinho.
– Eu não – disse o peru.
– Então eu colho sozinha – disse a galinha. – Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez.
– Quem me ajuda a debulhar o trigo? – perguntou a galinha aos seus amigos.
– Eu não – disse o cão.
– Eu não – disse o gato.
– Eu não – disse o porquinho.
– Eu não – disse o peru.
– Então eu debulho sozinha – disse a galinha. – Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez.
– Quem me ajuda a levar o trigo ao moinho? – perguntou a galinha aos seus amigos.
– Eu não – disse o cão.
– Eu não – disse o gato.
– Eu não – disse o porquinho.
– Eu não – disse o peru.
– Então eu levo sozinha – disse a galionha. – Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez. Quando, mais tarde, voltou com a farinha, perguntou:
– Quem me ajuda a assar essa farinha?
– Eu não – disse o cão.
– Eu não – disse o gato.
– Eu não – disse o porquinho.
– Eu não – disse o peru.
– Então eu asso sozinha – disse a galinha. – Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez. A galinha ruiva assou a farinha e com ela fez um lindo pão.
– Quem quer comer esse pão? – perguntou a galinha.
– Eu quero! – disse o cão.
– Eu quero! – disse o gato.
– Eu quero! – disse o porquinho
– Eu quero! – disse o peru.
– Isso é que não! Sou eu quem vai comer esse pão! – disse a galinha. – Cocoricó!
E foi isso mesmo que ela fez.